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segunda-feira, 2 de julho de 2018

Pregador ou palestrante? Culto ou congresso? Igreja ou Empresa?

O evangelho é algo antigo, tão antigo que sua contagem se perde no tempo. A história da humanidade é descrita por esse evangelho. É o relacionamento do homem com Deus. Um Deus soberano e único. Com o passar das gerações o homem muda, Deus não. O que mudou do evangelho tradicional ao moderno?
O capitalismo entrou dentro da igreja. A modernidade foi a ferramenta essencial para tal fusão.
As editoras lucraram junto a seus escritores. As gravadoras também lucraram junto a seus artistas e rádios. E a Internet jogou um balde de água fria nisso tudo! As vendas despencaram!
Mas o capitalismo resiste.
A alguns anos atrás se queixavam sobre aqueles que cobravam para pregar o evangelho e louvar (cantar). Estava uma coisa meio que feia isso. As justificativas não estavam convencendo como antes.
A solução capitalista veio rápido. Passaram a se afirmar como palestrantes diplomados, por isso cobravam. Surgiu a nova moda, congresso! Certo que iam arrasar na internet com seus vídeos motivacionais.
Modelos empresariais tomaram os altares.
O perfil motivacional se encaixou no perfil caixinha de promessas. Uma pregação sem exortação e sem constrangimentos para manter a igreja cheia.
O evangelho mudou.
Não são pregadores, são palestrantes. Por isso cobram.
Não são cultos ao Deus altíssimo, são congressos com ingressos a venda.
Não é uma igreja, é uma empresa com palestrantes motivacionais diplomados que cobram cachê.
Sim, o capitalismo tomou conta.
Se sua congregação não tiver dinheiro para pagar o valor cobrado, então não haverá um evangelho a ser anunciado, não por estes, e nem "louvor" ao Deus verdadeiro.
Eu em particular no meu ministério nunca removi um centavo da igreja para pregar, dar aula de EBD, dirigir louvor,... Sempre trabalhei e até desempregado Deus não deixou faltar. Criei três filhos assim!
Não consigo aceitar que se cobre para anunciar o evangelho!
A grande verdade é que estes não estão enganando ninguém, eles se anunciam publicamente que são palestrantes formados, o anúncio é bem claro, é congresso e não culto. Sim, se ilude quem quer...

quarta-feira, 30 de maio de 2018

O que vem acontecendo...

Anos atrás ouvi este discurso, eles gritavam " o petróleo é nosso" , gritamos junto com eles.
Quanta inocência.
Hoje quando ligo a TV vejo que quando gritavam o petróleo é nosso, eles estavam falando deles e não da nação.
A corrupção acabou com este país!!!
Outra verdade que essa greve de caminhoneiros nos revelou foi a postura da Petrobrás, ficou irredutível. Entendemos a situação econômica de uma empresa, mas algo a mais ela poderia ter feito.
A Petrobrás com argumentos financeiros não cedeu na ajuda de redução de preços, pressionou o governo jogando a conta de redução de preços para o governo que por sua vez vai jogar para a população.
Um erro manter uma única empresa no negócio, claro que assim ela fará o que quer no mercado. Deveria ter outras empresas na concorrência.
Defendemos ela contra a privatização, e hoje ela em imprensa de forma clara deu um fod...se jogando a conta pro governo.
Sim,o petróleo não é nosso. Nunca foi!
Precisamos ter no negócio a livre concorrência e opção de propostas de serviços. Talvez a privatização não fosse tão ruim.
Gritamos:
Fora Collor, fora FHC, Lula, Dilma,... estamos gritando fora Temer. Assim como gritamos referindo a prefeitos, governadores, deputados, vereadores, ministros,... Cônjuges.
Ainda não aprendemos. O problema é o sistema, todos eles servem o mesmo sistema.
No popular, mudam se as moscas e a defecação é a mesma!
Corrupção deveria ser crime inafiançável, imprescritível e prisão perpétua.
Sim, crimes de corrupção não deveria ser inafiançável, essa história de pagar pela liberdade jurídica só serve para arrecadar dinheiro nunca foi justiça. Não deveria prescrever um crime cometido, isso não é perdão e menos ainda justiça, é ser conivente no caso com a corrupção. E sendo a corrupção um crime que afunda uma nação, deveria ser perpétua, pelo tamanho da gravidade. Não deveria prorrogar nos corredores jurídicos atravessando décadas, deveria os casos de corrupção serem tratados com urgência e resolvisos em prazo mínimo. Isso tanto para políticos como também para funcionários públicos e privados, e quanto a empresas, estas envolvidas em processos de corrupção nem deveria estar em licitações. Não entendo como por exemplo a Odebrecht, uma empresa envolvida em tantos processos de corrupção, ainda se mantém nas licitações. Não temos outras empresas capacitadas?
Os crimes organizados estão entre políticos e empresários e no funcionalismo público.
Uma boa estratégia de desmoralizar uma greve, alega que tem fins políticos e deixa a guerra partidária cuidar do resto.


terça-feira, 29 de maio de 2018

Racionais, lixo cultural?

Um líder eclesiástico que chama hip hop de lixo tem o perfil capitalista que vive trancado em igreja vendendo a salvação, não conhece a realidade e necessidade da periferia deste país (e quer falar de missões). Não sobe favela, pois o valor que cobra para pregar o evangelho e cantar é algo que o favelado não pode pagar. Estes levitas e palestrantes, pois não se denominam pregadores, pois cobram para pregar, estão inacessíveis a condição financeira do morro. O pior, se sente agredido porque a favela alcançou uma vitória. Para quem conhece a trajetória de Racionais, não foi fácil quebrar recordes e preconceitos. Letras que retratam uma realidade que insistem em jogar debaixo do tapete.
A propósito, quantos shows de grandes nomes da música gospel temos em favela por ano? Quantos grandes pregadores (palestrantes) sobem o morro com a palavra da salvação sem cobrar nada?
O evangelho se tornou capitalista.
Marco Feliciano, o deputado da chamada bancada evangélica (que na verdade não existe), às vezes gosta de aparecer.
Ganharia o reino dos céus se apenas pregasse o evangelho, de preferência lá na favela, se possível nas quebradas de mano Brown.
Sim, Marco Feliciano chamou Racionais de lixo cultural.

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