Ela ficou conhecida por ser dura em suas ações contra os chamados banda podre da polícia. Segundo o tribunal de justiça ela nunca pediu proteção e sim a negava, mas a família já apresenta documentos que provam que seu pedido e que foi negado. O exame de balística já indentificou que as balas que a mataram são da polícia. Assim como outros ela estava na lista de policiais que foram condenados severamente pela juiza.
Os fatos estranhos dessa história são que primeiramente a juiza não precisava pedir proteção é óbvio, já que sua profissão já mostra explicitamente o risco. Não tem porque o tribunal de justiça alegar que ela não pediu. Em seguida as balas utilizadas para executar a Patrícia; Munições que pertence a própria polícia e um dos batalhões em que esse lote segundo a indentificação foi distribuida uma parte foi para o batalhão de São Gonsalo em Niterói.
E por fim, a lei que ela defendeu com afinco a traiu. Em nenhum momento ela foi severa, mas sim fez cumprir a lei de forma justa. Morreu em cumprimento de seu dever defendendo um País entregue a um poder paralelo.
E agora quem se arrisca ficar no lugar dela?

"Justiça é a constante vontade de dar a cada qual o que lhe pertence." - Claudio Ulpiano



Essa é uma realidade muito triste. Se o judiciário sucumbir, o que será de nosso país?
ResponderExcluirOremos por nossos juízes, a fim de que Deus os proteja para realizar com excelência o seu trabalho.
Se não mudarem as leis que beneficiam os bandidos, nem os juizes escaparam da violencia.
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