UA-39063185-1 Trocando uma ideia: Protesto contra o aumento de passagens

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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Protesto contra o aumento de passagens

"O que mais causa estrago na sociedade é o meu "conformismo" ou esta manifestação "baderneira" nas ruas"?

Quanto custa a revolução?
Quanto custa a baderna?
Quanto custa o comodismo?
Estas são três perguntas que me fiz a respeito do protesto contra o aumento das passagens neste país. Temos assistido através da mídia como está repercutindo esta manifestação.
Em primeiro momento responderia as três perguntas acima dizendo que custa em média R$ 0,20 centavos esta manifestação que para uns é um ato revolucionário para outros é uma baderna enquanto uns ficam no comodismo.
Destaco que neste momento somos palco para o mundo devido aos eventos esportivos programados nesta terra. O mundo nos olha. Estamos aqui. Estamos sendo filmados!
Sendo assim, tudo vai ser motivo pra ti ti ti internacional.
Dou outro destaque a nossa imprensa, que as vezes nós blogueiros nos tornamos parte dela em nossas postagens de "desabafo". Quando certas coisas acontece e nada fazemos, esta imprensa nos detona dizendo que estamos em comodismo. Que em outros países, lá fazem algo. Lá se manifestam. Mas quando fazemos, criticam nossos meios. Concluo que como imprensa não fazemos nada e criticamos quem faz ou deixa de fazer. Lembrando que não estamos falando de meros R$ 0,20 centavos.
Fato é que se simplesmente erguemos faixas e compartilhamos assinaturas na Net contra o que achamos errado, nada muda a nosso favor. Crimes continuam impunes, serviços públicos abandonados, corrupção a livre moda,... e somos tratados como palhaços pela manifestação "pacífica".
Se nos revoltamos... devido ao quebra-quebra somos marginalizados. Não que eu seja a favor de atos violentos, mas questiono a imprensa e o tratamento que dá as questões neste país. Não sabem pra que time torce, ou melhor, vestem a camisa de quem paga mais.
É verdade que esta manifestação não se trata apenas de meros R$ ,20 centavos. Há muitos interesses e nem todos envolvem o "pobre e indefeso" trabalhador.
Temos muitos problemas a serem resolvidos neste país, mas não conheço na história desta bagaça chamada Terra, um problema de interesse coletivo que tenha sido resolvido com flores e poesias ou com o silêncio, incluo os fatos históricos relatados na bíblia. Tem momentos em que quando dói, precisamos gritar.
Lutar apenas pela redução do preço das passagens é pouco, precisamos lutar contra a corrupção, acredito eu que estas obras pelo país um milheiro de tijolo deve custar ao governo cinco a dez vezes mais, sem citar no pós-governo, eles fazem hoje e amanhã quem vai custear a manutenção? Precisamos lutar para mudanças nas leis em geral. Entre tantas lutas. Mas temos que começar por algum lugar. Que seja pelas passagens. Que seja por causa de R$ 0,20 centavos!
Tanta gente marchando para mostrar a sua cara dentro da sociedade e tão poucos marchando pelos direitos do dia a dia.
Reforço a pergunta: Revolução, baderna ou comodismo, o que mais custa a sociedade?
Embora não seja favorável a atos violentos entendo que não se pode fazer omelete sem quebrar os ovos.





"Um país onde muitos lutam pelos direitos de dar a b&*$%@, foram poucos os manifestantes contra o aumento das passagens. Isto que é gostar de tomar..."


Um comentário:

  1. Acredito que baderna e revolução são coisas completamente diferentes!

    Um grande problema de nossa sociedade e que parece pior atualmente é a vontade de ser visto, de se mostrar, de ter holofotes em sua direção.

    Sair quebrando, ateando fogo, agredindo nem sempre é a solução. Protesto, revolução, é se fazer ouvido, sim mas, principalmente entendido.

    Quando protestantes queimam ônibus, lixo ou simplesmente param o trânsito são vistos com maus olhos por grande parte da população que, devido a isso, não se permite os apoiar nas causas que são para o seu favor, o favor da própria população!

    Chocar e chamar a atenção são coisas diferentes. Badernar e protestar são coisas diferentes. Ser pacífico e ser passivo são coisas diferentes.

    ResponderExcluir

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