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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

É possível?

Recentemente estourou na mídia o caso policial onde na zona norte de São Paulo cinco pessoas da mesma família foram encontradas mortas. O sargento Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos, e a mulher dele, a cabo de Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos. O filho do casal, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, a mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e a irmã de Benedita, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos. O que chamou a atenção neste caso foram as primeiras conclusões da polícia sobre quem seria o autor do crime. A primeira vista no início da investigação policial o assassino seria o filho do casal, Marcelo Eduardo que teria se suicidado após matar a família.
Os familiares discordaram desta suspeita e alguns especialistas também, mesmo vários indícios levando a crer que foi o menino. Algumas teses defendidas pelos que creem que o menino é inocente e que a família pode ter sido executada por policiais caem por terra conforme algumas pessoas vão testemunhando. Ao contrário do que a família pensa, o pequeno Marcelo aprendeu com os pais a dirigir e a atirar, além de revelar um perfil fora do normal na internet. Criou uma comunidade de "assassinos' onde a regra era matar os parentes. Fã da série de jogos Assassin's Creed conhecido pela violência. Assassin's Creed além dos jogos tem livros e vai virar filme.
Ainda falta algumas etapas do processo investigativo para se concluir o caso, mas fortes indícios ainda apontam para o menino a cada passo que as investigações avançam. Por outro lado nota-se uma pressão política nos bastidores policiais e uma imprensa que talvez esteja prejudicando as investigações em sua busca por audiência.
O caso se tornou público e lógico que gera opiniões diversas da população.
É possível um menino tão novo planejar tamanha maldade dentro de sua própria família?
É possível haver uma conspiração no meio policial?
É possível um jogo de violência influenciar tanto a este ponto?
Entre tantas perguntas, estas são as mais questionadas e que já temos as respostas.
Vivemos diariamente em uma sociedade que já mostrou que não tem limites para praticar o mal. Por muito pouco vemos menores de idade matando, seja por dinheiro, seja por celular, ou qualquer outra futilidade. Constantemente clamamos por leis severas para punir estes "menores".
Analisando o perfil deste garoto passamos a acreditar que é possível que ele tenha cometido tal crime, pode não ter sido ele, ou ele sozinho, mas é possível.
Conhecendo a banda podre policial como conhecemos também sabemos que é possível sim uma conspiração policial, como também uma grande guerra política na corporação.
Sempre que um crime chega a conhecimento público, em que o autor da atrocidade jogava um desses games violentos, a mesma indagação nos vem, a de que jogos violentos mudam a cabeça de nossos filhos. Confesso que creio fielmente que somos frutos do meio em que vivemos, mas a acreditar nesta ideia de que o game é o culpado, isso nunca. Vejo nestes casos o game como um sinal que algo já estava errado antes.
Partindo pela ideia errada do poder de influencia destes jogos violentos, então se me dão licença vou ali jogar "banco imobiliário", quem sabe fico rico!
Esse caso nos traz muitos detalhes novos a cada dia que precisamos nos atentar. Volto a repetir que somos frutos do meio em que vivemos, pois tudo que o garoto fez (se fez) foram os pais que ensinaram e não os jogos. Aprendeu a dirigir e a atirar e pelo perfil revelado aprendeu também certos ideais violentos.
O garoto tinha um perfil e uma comunidade violenta na net, os pais e os familiares não viram?
Isso nos traz um alerta. Dizem que querem sua privacidade. É invasão de privacidade ver o que nossos filhos fazem na Net. Ditadura! Falta de respeito!
Já postei aqui sobre essa "privacidade" na Net e volto a repetir, o que um conjugue ou um filho faz na Net que seus pais ou conjugues não possam saber? Só se esconde quem tem o que esconder. Tanto crimes como adultérios e pornografias rondam a esfera virtual. Acreditar que as ruas estão violentas e que ficar teclando dentro de casa é seguro pode ser enganoso. Participar do que os filhos fazem é importante na educação e um bom relacionamento familiar. Pra quem acha este um ato de ditadura, prefiro dizer que o problema não é estar preso e sim o que se faz com a liberdade.
O caso desta família nos obriga a trazer para dentro de nossas famílias e talvez até rever conceitos.
Todos estes acontecimento dentro de nosso lar...
É possível?
O game como um sinal que algo já estava errado antes.

Um comentário:

  1. Oi, amigo
    Qualquer pessoa pode matar independente de idade e se tem ou não instinto assassino, tudo vai depender da ocasião que nesse caso ninguém sabe.
    Se foi o menino, não acha que ele deveria ter planejado sua fuga ao invés de se matar?
    Vamos esperar o desfecho...
    Obrigada
    Beijos
    Lua Singular

    ResponderExcluir

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