UA-39063185-1 Trocando uma ideia: black bloc, o outro lado

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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

black bloc, o outro lado

Hoje ao vermos aos noticiários somos bombardeados de informações sobre as manifestações que vem acontecendo no Brasil e ficamos chocados com as cenas de violência tanto pelo lado dos manifestantes como pelo lado das autoridades.
É fato que todos querem melhoras para a nação, pois há muita coisa errada. Muitos são adeptos das manifestações pacíficas e uma “pequena” parte apoia os atos violentos em nome da ordem e progresso. Acontece que essa “pequena” parte vem tomando as rédeas e com suas atitudes definindo os rumos das manifestações. Definições estas bem violentas. Os centros comerciais e redondezas vêm sendo destruídos e saqueados em nome de uma manifestação contra o que está errado nesta terra, no caso a forma como nossos governantes conduzem este país.
A mídia divulga que um “pequeno’ grupo vem criando baderna nas manifestações, mas são poucos que divulgam os responsáveis e menos ainda sua história”. Tem muita gente apoiando o que na verdade são contra.
Analisando melhor, vamos entender no que estamos envolvidos. Vamos começar tendo conhecimento de quem são os mascarados de roupa preta que destroem a cidade. Eles são o “Black bloc”. Sim, eles têm nome e estão organizados, basta ver suas ações na TV ou Net.
Black bloc é uma estratégia utilizada por grupos diversos de manifestantes com o objetivo de protestar em manifestações antiglobalização e/ou anticapitalistas, conferências de representacionistas entre outras ocasiões. Esta tática existe a mais de 30 anos, surgiu na Alemanha no início dos anos 80, no seio do movimento autonomista daquele país. Surgiu a partir da experiência da autonomia operária na Itália nos anos 1970, e se espalhou pela Europa no decorrer das décadas de 70 e 80. Organizaram-se no final dos anos 70 contra a construção de usinas nucleares na Alemanha Ocidental, onde o grupo ganhou mais força.
Após se difundir com o resto da Europa ganhou nos EUA força contra os esquadrões da morte que o governo americano financiava em El Salvador, no final da década de 80.
No final da década de 90 o bloco ganhou as páginas de noticiários dos grandes jornais do mundo os tornando famosos, pois até então poucos os conhecia, principalmente aqui no Brasil, as manifestações em Seattle contra a OMC foi o ponto forte, pois atacaram os símbolos do capitalismo global. Grupos como McDonald’s ou Gap viraram alvo, pois representavam a globalização.
Aqui no Brasil eles foram várias vezes mostrados pela imprensa, seus atos violentos depredando tudo pela frente (quem se lembra de algumas dessas notícias?), como o G8, ação global foram motivos para o quebra-quebra em 2001.
Daí segue a história (no Wikipédia há poucas informações sobre)...
Lógico que o “movimento” chegou por aqui (deu pra notar pela cidade destruída) e ganhou fama nestas manifestações de 2013.
O Black bloc é contra a globalização (mas vivem isso, pois se espalharam pelo mundo usando os mesmos mecanismos), são contra as grandes empresas (multinacionais) que se espalham pelo mundo, por isso atacam as empresas, contra as bandeiras políticas, aqui no Rio deixaram bem claro serem contra o Governador e o prefeito, o que tornaram eles mais fortes nesta localidade. Não gostam da polícia, por isso o ataque direto, e tem um grupo de advogados os defendendo publicamente.
... Chega de história. Agora dá pra começarmos a questionar se o “Black bloc” nos representa ou não.
 uma força violenta e desnecessária que se volta contra nós mesmos.
Todas estas manifestações, a dos preços das passagens, dos funcionários públicos como médicos, professores, trabalhadores em geral,... Qual o objetivo? Destruir a cidade ou melhorar o país?
Os fins não justificam os meios e nem vice versa. O motivo de esconderem seus rostos é simples e claro, não ser identificado e preso por crime. Aqueles pacifistas que não entenderam, ao defenderem o uso livre das máscaras dificultaram a identificação de marginais que estão destruindo e saqueando não só multinacionais, mas os comerciantes brasileiros donos de lanchonetes, botequim, empresas de ônibus que faz falta para o pobre trabalhador, pontos de ônibus,... Quem sofre com estas destruições são quem eles dizem defender, o povo.
Antes de defendermos algumas coisas precisamos tomar conhecimento, esta força nossa de meter o pau na polícia sempre, ou no próprio governo vira-se contra nós mesmos, pois estes aliados viraram inimigos. Destruir a cidade não é solução e não nos torna melhor. Se eu sou o deputado, governador ou prefeito corrupto, vou querer é mais que destruam a cidade, pois vou superfaturar a reforma e me dar bem. Simples assim.
Acredito que há outras formas de mostrarmos nossa força e mudar este país pra melhor. Tem que haver manifestações sim, vandalismo em nome de uma nação mais justa nunca.
Black bloc é uma força violenta e desnecessária que se volta contra nós mesmos. Não nos representa em nenhuma manifestação. Professores não são aquilo, médicos também não, a população em si é a mais prejudicada. É hora de separar o joio do trigo.
Por isso eles são conhecidos por não ser um movimento e sim uma ação ou estratégia de luta. Andam de preto e mascarados prontos pra destruir os alvos capitalistas, a polícia e o poder,... Aquele velho e conhecido idealismo em verso e prosa e arranjo fonográfico.
Primeiro eu reclamava dos abusos dos governantes e descaso do serviço público, agora não posso manifestar, pois corro o risco de ser confundido com um Black bloc.
É asqueroso o apoio dado por artistas e "intelectuais" a tal prática violenta; depois vão para a mídia fazer campanha pela paz com suas vestes brancas e frases decoradas de um script. Caetano Veloso - "É uma violência simbólica proibir o uso de mascaras.". - diz o artista em visita a sede do grupo caracterizado como black bloc, é uma imagem ruim, mas o artista nega apoio a esta atitude violenta, assim como outros artistas.
"O clima de anomia foi se instalando. A anarquia substituiria a lei e a ordem, instrumentos burgueses de opressão. Por trás dos marginais, uma legião de artistas e "intelectuais" que sempre se encantam com a violência "revolucionária". Vamos destruir o "sistema"!" - Site da Veja (Link)
O black bloc se tornou algo grande neste país de manifestações, nos restou entende-los para melhor avaliar se a atitude violenta e a filosofia "antiglobalização", o ataque a estrutura social e o desrespeito aos direitos civis da população.
Esse povo não come Big Mac? Não bebe Coca-Cola? Não tem conta em Banco? Não usa o Windows, Linux ou outro sistema operacional americano e programas e App's? Seus Celulares, que marca são? ... São contra a globalização e usam a internet e o Facebook? ... Radicalismo hipócrita, imbecil e destrutivo.
... e fica a pergunta:
Isso me representa?
uma legião de artistas e "intelectuais" que sempre se encantam com a violência "revolucionária"
Destruir a cidade não é solução e não nos torna melhor
grupo vem criando baderna nas manifestações
Tem muita gente apoiando o que na verdade são contra.

3 comentários:

  1. Oi amigo, nenhum tipo de violência é sábia, mas se tem respaldo de altos, o que podemos fazer?
    Eu acho que já estamos no fim, pois um não pode nem ver mais a cara do outro em qualquer lugar.
    O amor perdeu o sentido e a ganância tomou conta da humanidade
    Um beijo
    Lua Singular

    ResponderExcluir
  2. Do you love Coca-Cola or Pepsi?
    ANSWER THE POLL and you could get a prepaid VISA gift card!

    ResponderExcluir

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