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segunda-feira, 7 de junho de 2021

Juliana Paes e a Militância Tóxica

 Assisti o vídeo da atriz Juliana Paes. 

É uma resposta a uma colega de trabalho e um desabafo ao cenário que se encontra o Brasil, e que representa o sentimento de muitos brasileiros.

Ninguém mais está aguentando essa rede tóxica de extremismo dos dois lados da torcida. 

Essa ditadura que impõe a escolher ou Lula ou Bolsonaro é sufocante e burra. Achar que não escolher nenhum dos dois é se anular quanto ao país é censurar qualquer outro pensamento que se tenha que não se favoreça estes dois lados.

Tudo que se populariza se banaliza. Todos querem ser ativista e militante, querem ser o defensores da causa, o herói da nação, e como num evangelho apocalíptico pregam que só seu candidato salva. Nos tornamos pecadores e hereges anti Lula e anti Bolsonaro.

Estamos cansados de movimentos tóxicos que só trazem o caos como solução. Essa mídia manipuladora que espalha seu vírus nos coloca num estado de pandemia política social muito desconfortável. Só queremos respirar!

Que liberdade é esta que temos se nossa opinião é tratada como crime ideológico?

Liberdade de pensamento onde não posso me expressar é tão ditador, tão oposto ao que se prega.

Que compromisso com a verdade é esta se me é omitido as demais opções?

Não se sentir representado por ninguém é o soco na boca do estômago destes párias que gritam nos representar. E como tem candidatos a herói! 

Ser militante e ativista deveria ser algo além de curtidas na internet, deveria ser respeito a opiniões contrárias. Engajamento deveria ser mãos a obra.

Manipuladores que são manipulados que se intitulam revolucionários sendo usados no grande esquema político.

Sim, haverá outros candidatos na disputa. Sempre há outras opções. Não se sentir obrigado a se limitar a estes dois também é se posicionar, é uma escolha!

Somos doutrinados a escolher direita ou esquerda e esquecemos que o corpo funciona melhor num todo. Esquecemos que o silêncio nem sempre é concordar ou contribuir para o mau da nação. Não escolher também é uma escolha. Eu escolhi não escolher nenhum destes dois.

Antes de pregar democracia eu deveria saber o que é democracia.


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