Aprendemos a votar da seguinte forma:
- Alguém nos diz em quem votar. Que aquele candidato é o ideal.
- A propaganda eleitoral nos diz que aquele candidato tem a melhor proposta.
- Na sala de aula o professor militante diz para o aluno que seus pais não sabem votar, que o candidato correto é o seu.
Não há um curso, nenhuma formação acadêmica que ensine. Votar não está na grade curricular do aluno cidadão.
Erradamente minha geração aprendeu a votar no menos pior. Fomos criados a aceitar a política do "ele mata, mas faz".
Independente de escolha nas urnas, seja aquele eleitor o que vai votar no candidato A, B, no candidato C, em branco ou anular, todos votam seguindo as únicas fórmulas.
O cidadão vota por ideais e experiência de vida. É assim que cada eleitor aprende a votar.
Dizer que o povo não sabe votar é uma afirmação injusta e preconceituosa de quem aponta seu dedo para os barracos de madeira das grandes metrópoles e para as casas de bambu e barro das cidades do interior.
Acreditar que quem anula seu voto não tem direito a reclamar e que contribui para que o candidato errado assuma é um erro já que o voto é obrigatório. Na festa da cidadania nosso direito é um dever.
Somos intimados a votar!
Nos colocamos naquela situação em que tudo dá errado e os envolvidos começam a se acusar. Procura se um culpado.
Da mesma forma que não tem como adivinhar que o candidato eleito não se comportaria de forma exemplar no cargo, não se pode afirmar que o voto nulo convertido contribuiria para o candidato exemplar.
O voto nulo também é uma escolha consciente, não um protesto.
Democracia é cada um com suas escolhas e todos respeitando isso.
Voto nulo/branco não é voto de protesto, é voto consciente de quem também já fez sua escolha.
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sábado, 13 de outubro de 2018
quinta-feira, 11 de outubro de 2018
Eu sou!
Postado por
5n3v35
Na história da reencarnação todos já foram alguém importante. Um rei, um rico, uma personalidade história,...
Hoje para alguns negros todos são filhos de reis. Ninguém é filho/descendente de um pobre, um desempregado, ladrão, prostituta,... O sangue nobre corre na história.
A impressão que tenho é que na antiga África todos eram reis, não havia súditos!
... Ou o rei engravidava todas as mulheres do reino (o que parece pior).
A África ontem e hoje não é tão diferente. Assim como no Brasil há a diferença social e negro ferrando negro, o que me faz entender que há algo além da cor e o lado da história que nunca vai estar em destaque no livro.
Onde isso começou?
"Preto é cor, negro é raça!"
"Negro não, Afrodescendente!"
... E hoje?
Vossa majestade?
Respeito não se impõe, é GRAÇA MERECIDA!
O que se aprende com Mano Brown é que ele assim como o também rapper Gog, são dois negros que entraram em quase todas às periferias deste país sem a arrogância, conquistaram "súditos" sem essa conversa fiada de impor respeito.
... Eu sou filho único de mãe solteira que veio do interior para a periferia de uma grande metrópole.
Essa é a história que não contam os livros!
Hoje para alguns negros todos são filhos de reis. Ninguém é filho/descendente de um pobre, um desempregado, ladrão, prostituta,... O sangue nobre corre na história.
A impressão que tenho é que na antiga África todos eram reis, não havia súditos!
... Ou o rei engravidava todas as mulheres do reino (o que parece pior).
A África ontem e hoje não é tão diferente. Assim como no Brasil há a diferença social e negro ferrando negro, o que me faz entender que há algo além da cor e o lado da história que nunca vai estar em destaque no livro.
Onde isso começou?
"Preto é cor, negro é raça!"
"Negro não, Afrodescendente!"
... E hoje?
Vossa majestade?
Respeito não se impõe, é GRAÇA MERECIDA!
O que se aprende com Mano Brown é que ele assim como o também rapper Gog, são dois negros que entraram em quase todas às periferias deste país sem a arrogância, conquistaram "súditos" sem essa conversa fiada de impor respeito.
... Eu sou filho único de mãe solteira que veio do interior para a periferia de uma grande metrópole.
Essa é a história que não contam os livros!
domingo, 9 de setembro de 2018
Ultraman Cronologia M78
Postado por
5n3v35
Ao contrário do que muitos pensam a febre por filmes e séries de super heróis é antiga. Isso mesmo, não é modinha. Não é de hoje que estes super seres da ficção reinam nas telas do mundo.
Do outro lado do mundo surgiu um super herói que vem atravessando gerações.
Criado por Tsuburaya Productions, Eiji Tsuburaya, Tokyo Broadcasting System, série do gênero Tokusatsu. Ultraman é o super herói Japonês que por décadas conquista novos fãs.
A série surgiu em 1968. O primeiro Ultraman defende o mundo de monstros e alienígenas e divide corpo com seu alter ego Hayata. Vindo em seguida as séries de Ultraseven (1967), Ultraman Jack (1971), estes exibidos também na TV Brasileira. Daí vieram outras séries, filmes, animes, mangás e brinquedos.
A Nebulosa M78 se tornou um universo infinito.
Todo produzido em estúdio com homens fantasiados de heróis, monstros e alienígenas num cenário de maquete da cidade. Isso não mudou até hoje, mesmo com o avanço tecnológico, vemos poucos destes recursos sendo utilizados nas produções.
De lá para cá surgiram concorrentes, mas nenhum resiste até hoje como o herói da Nebulosa M78.
De 1968 para cá, 2018, são 50 anos de existência e resistência num universo que a cada momento surge novas criações. Novos heróis, novos vilões, novas histórias,... E Ultraman permanece.
Abaixo deixo a cronologia deste universo em que dividi em quatro fases.
- Ultramen's origens 1966 a 1979
Esta fase é a de origem, pode se assim dizer. Onde surgiram os primeiros Ultra. Ultraman, Seven, Jack, Ace, Taro, Leo,... Encerrando com o anime The Ultraman de 79.
- Ultraman 80 and 90 Generation 1980 a 1999
A década de 80 e 90 se tornou uma grande referência para o universo cinematográfico hoje. Vemos isso claramente nas atuais produções de Hollywood. Para a Nebulosa M78 veio referências também, o destaque fica para o Ultraman Tiga, conhecido como o primeiro Ultra azul. E também teve produções estrangeiras. Começou com Ultraman 80, seguido pela série do Great produzido na Austrália. Powered, produzido nos EUA. Em Zearth, a produção volta a ser Japonesa. Tiga, o primeiro Ultra azul também vem para mostrar mudanças. Entre tantas inovações nestas duas décadas, vieram também nas séries de Dyna, Gaia e Nice, trazendo novos personagens.
- Ultraman Millennium 2000 a 2009
Um novo milênio, assim anunciado a uma geração que testemunhou que o mundo não acabou. Pelo contrário, aqui começa uma continuidade do que havia sendo produzido desde 1968. Novas histórias, novos personagens e a visão do quão é infinito o universo dos Ultra. Os novos filmes e séries vem com poucos avanços tecnológicos. Os ultra Neos, Cosmos, Nexus, Next (este consegue trazer uma história mais madura e efeitos mais consideráveis), Max, Mebius e Ultraseven X (que também consegue trazer uma boa história, mas não os efeitos que esperávamos).
- Ultraman New Generation 2010 a 2017
O que classifiquei como nova geração, é esta a nova proposta das produções. Com todo avanço tecnológico que vemos no mundo e comparando com o mercado de entretenimento americano, não vemos muitos avanços nos efeitos das produções, que não são tão Ultra. A Nebulosa M78 em suas produções ficam explícitas como um mercado para vender brinquedos. Os acessórios dos personagens são voltados para vender algo além das séries. Qual criança japonesa não quer o jogo de cartas dos Ultra?
Essa nova geração é marcada pelo Ultraman Zero, que passa a ter importância nas demais produções. A primeira série desta nova geração é, claro, o importante Ultraman Zero. Daí seguimos com Saga, Ginga, Victory, X, Orb e recentemente Geed. Este último mostra que de 1968 para cá algumas coisas não avançaram, pelo contrário, pararam no tempo. Por enquanto fica o sonho dos fãs de poder ver uma produção tipo MCU (o tão maravilhoso universo cinematográfico da Marvel) e das séries de heróis Americanas.
Está prevista uma série animada para 2019 pela Netflix. Uma produção que pode trazer algo diferente e ousado se tivermos ali o perfil Netflix de produção.
Cronologia M78:
- Ultramen's origens 1966 a 1979:
Ultra Q (1966)
Ultraman (1966)
Ultraseven (1967)
Ultraman Jack (1971)
Ultraman Ace (1972)
Ultraman Taro (1973)
Ultraman Leo (1974)
The Ultraman (1979) - Anime
- Ultraman 80 and 90 Generation: 1980 a 1999
Ultraman 80 (1980)
Ultraman USA (1989) - Filme/Anime
Ultraman Great (1990) - Co-produção australiana
Ultraman Powered (1993) - Co-produção norte-americana
Ultraman Zearth (1996) - Filme
Ultraman Tiga (1996)
Ultraman Dyna (1997)
Ultraman Gaia (1998)
Ultraman Nice (1999) - Comerciais
- Ultraman Millennium 2000 a 2009:
Ultraman Neos (2000) - Direto para vídeo
Ultraman Cosmos (2001)
Ultraman cosmos the blue planet (2002) - Filme
Ultraman cosmos the blue planet 2 (2003) - Filme
Ultraman Nexus (2004)
Ultraman The Next (2004) - Filme
Ultraman Max (2005)
Ultraman Mebius e Ultra Brothers (2006) - Filme
Ultraman Mebius (2007) - Série
Ultraseven X (2007)
Ultra Galaxy (2007)
Ultra Galaxy Mega Monster Battle: Nerver Ending Odyssey (2008)
The Super 8 Ultra Brother (2008) - Longa metragem
Ultraman Mebius Ghosth Rebirth (2009) OVA estagios 1 e 2
Mega Monster Battle: Ultra Galaxy Legends The Movie (2009) - Filme
- Ultraman New Generation 2010 a 2017:
Ultraman Zero The Movie: Super Decisive Battle! Belial´s Galactic Empire (2010) - Longa metragem
Ultraman Zero VS DarkClops (2010) OVA estagios 1 e 2 (2010)
Ultraman Saga (2012)
Ultraman Ginga (2013)
Ultraman Ginga S (2014)
Ultraman Fight Victory (2015)
Ultraman Ginga 10 Guerreiros Ultras (2015)
Ultraman X (2015)
Ultraman X O Filme (2016)
Ultraman Orb (2016)
Ultraman Geed (2017)
Do outro lado do mundo surgiu um super herói que vem atravessando gerações.
Criado por Tsuburaya Productions, Eiji Tsuburaya, Tokyo Broadcasting System, série do gênero Tokusatsu. Ultraman é o super herói Japonês que por décadas conquista novos fãs.
A série surgiu em 1968. O primeiro Ultraman defende o mundo de monstros e alienígenas e divide corpo com seu alter ego Hayata. Vindo em seguida as séries de Ultraseven (1967), Ultraman Jack (1971), estes exibidos também na TV Brasileira. Daí vieram outras séries, filmes, animes, mangás e brinquedos.
A Nebulosa M78 se tornou um universo infinito.
Todo produzido em estúdio com homens fantasiados de heróis, monstros e alienígenas num cenário de maquete da cidade. Isso não mudou até hoje, mesmo com o avanço tecnológico, vemos poucos destes recursos sendo utilizados nas produções.
De lá para cá surgiram concorrentes, mas nenhum resiste até hoje como o herói da Nebulosa M78.
De 1968 para cá, 2018, são 50 anos de existência e resistência num universo que a cada momento surge novas criações. Novos heróis, novos vilões, novas histórias,... E Ultraman permanece.
Abaixo deixo a cronologia deste universo em que dividi em quatro fases.
- Ultramen's origens 1966 a 1979
Esta fase é a de origem, pode se assim dizer. Onde surgiram os primeiros Ultra. Ultraman, Seven, Jack, Ace, Taro, Leo,... Encerrando com o anime The Ultraman de 79.
- Ultraman 80 and 90 Generation 1980 a 1999
A década de 80 e 90 se tornou uma grande referência para o universo cinematográfico hoje. Vemos isso claramente nas atuais produções de Hollywood. Para a Nebulosa M78 veio referências também, o destaque fica para o Ultraman Tiga, conhecido como o primeiro Ultra azul. E também teve produções estrangeiras. Começou com Ultraman 80, seguido pela série do Great produzido na Austrália. Powered, produzido nos EUA. Em Zearth, a produção volta a ser Japonesa. Tiga, o primeiro Ultra azul também vem para mostrar mudanças. Entre tantas inovações nestas duas décadas, vieram também nas séries de Dyna, Gaia e Nice, trazendo novos personagens.
- Ultraman Millennium 2000 a 2009
Um novo milênio, assim anunciado a uma geração que testemunhou que o mundo não acabou. Pelo contrário, aqui começa uma continuidade do que havia sendo produzido desde 1968. Novas histórias, novos personagens e a visão do quão é infinito o universo dos Ultra. Os novos filmes e séries vem com poucos avanços tecnológicos. Os ultra Neos, Cosmos, Nexus, Next (este consegue trazer uma história mais madura e efeitos mais consideráveis), Max, Mebius e Ultraseven X (que também consegue trazer uma boa história, mas não os efeitos que esperávamos).
- Ultraman New Generation 2010 a 2017
O que classifiquei como nova geração, é esta a nova proposta das produções. Com todo avanço tecnológico que vemos no mundo e comparando com o mercado de entretenimento americano, não vemos muitos avanços nos efeitos das produções, que não são tão Ultra. A Nebulosa M78 em suas produções ficam explícitas como um mercado para vender brinquedos. Os acessórios dos personagens são voltados para vender algo além das séries. Qual criança japonesa não quer o jogo de cartas dos Ultra?
Essa nova geração é marcada pelo Ultraman Zero, que passa a ter importância nas demais produções. A primeira série desta nova geração é, claro, o importante Ultraman Zero. Daí seguimos com Saga, Ginga, Victory, X, Orb e recentemente Geed. Este último mostra que de 1968 para cá algumas coisas não avançaram, pelo contrário, pararam no tempo. Por enquanto fica o sonho dos fãs de poder ver uma produção tipo MCU (o tão maravilhoso universo cinematográfico da Marvel) e das séries de heróis Americanas.
Está prevista uma série animada para 2019 pela Netflix. Uma produção que pode trazer algo diferente e ousado se tivermos ali o perfil Netflix de produção.
Cronologia M78:
- Ultramen's origens 1966 a 1979:
Ultra Q (1966)
Ultraman (1966)
Ultraseven (1967)
Ultraman Jack (1971)
Ultraman Ace (1972)
Ultraman Taro (1973)
Ultraman Leo (1974)
The Ultraman (1979) - Anime
- Ultraman 80 and 90 Generation: 1980 a 1999
Ultraman 80 (1980)
Ultraman USA (1989) - Filme/Anime
Ultraman Great (1990) - Co-produção australiana
Ultraman Powered (1993) - Co-produção norte-americana
Ultraman Zearth (1996) - Filme
Ultraman Tiga (1996)
Ultraman Dyna (1997)
Ultraman Gaia (1998)
Ultraman Nice (1999) - Comerciais
- Ultraman Millennium 2000 a 2009:
Ultraman Neos (2000) - Direto para vídeo
Ultraman Cosmos (2001)
Ultraman cosmos the blue planet (2002) - Filme
Ultraman cosmos the blue planet 2 (2003) - Filme
Ultraman Nexus (2004)
Ultraman The Next (2004) - Filme
Ultraman Max (2005)
Ultraman Mebius e Ultra Brothers (2006) - Filme
Ultraman Mebius (2007) - Série
Ultraseven X (2007)
Ultra Galaxy (2007)
Ultra Galaxy Mega Monster Battle: Nerver Ending Odyssey (2008)
The Super 8 Ultra Brother (2008) - Longa metragem
Ultraman Mebius Ghosth Rebirth (2009) OVA estagios 1 e 2
Mega Monster Battle: Ultra Galaxy Legends The Movie (2009) - Filme
- Ultraman New Generation 2010 a 2017:
Ultraman Zero The Movie: Super Decisive Battle! Belial´s Galactic Empire (2010) - Longa metragem
Ultraman Zero VS DarkClops (2010) OVA estagios 1 e 2 (2010)
Ultraman Saga (2012)
Ultraman Ginga (2013)
Ultraman Ginga S (2014)
Ultraman Fight Victory (2015)
Ultraman Ginga 10 Guerreiros Ultras (2015)
Ultraman X (2015)
Ultraman X O Filme (2016)
Ultraman Orb (2016)
Ultraman Geed (2017)
sábado, 1 de setembro de 2018
Voto nulo, voto em branco
Postado por
5n3v35
Eles dizem que não sabemos votar.
Sabemos sim.
Somos intimados a votar. Na tal festa da cidadania o nosso direito é um dever.
Voto nulo e em branco é manifestação consciente sobre política. Já avaliamos e não acreditamos mais neste sistema, nas propostas dos partidos e menos ainda na conduta dos candidatos apresentados.
É a tal história da confiança que se quebra.
Dizem que perdemos o direito de reclamar por anular o voto.
Mito!
Obrigatoriamente nos apresentamos nas urnas para votar, assim como podemos justificar. Optamos por votar nulo ou em branco.
Direta ou indiretamente fazemos parte do processo político do país.
Portanto temos o mesmo direito de qualquer cidadão de reclamar.
Desta forma, é nosso protesto. Sem queimar ônibus, sem destruir a cidade,...
Estamos afirmando que este sistema está corrompido.
Ao contrário do que alguns acreditam tanto o voto nulo como o voto em branco não contabilizam para os candidatos e nem para os partidos.
Também é outro mito que em porcentagem elevada anula as eleições.
Mito!
Voto nulo anula o voto, não anula a eleição.
...e dizem que não sabemos votar.
Não há formação pedagógica que ensina a votar.
O país aprende e ensina a votar na raça.
Alguém ensina que o candidato tal é o ideal.
O professor entra na sala de aula e diz para o aluno que sua família não sabe votar, que o candidato ideal é o dele (o professor).
É assim que se aprende a votar neste país.
Nesta brincadeira, minha geração foi ensinada a votar no menos pior.
Não sei se choro ou agradeço.
Se choro pela roubalheira generalizada que vemos hoje.
Se agradeço a Deus, pois votamos no menos pior... E por isso a coisa não está tão feia.
Em resumo:
Não importa em quem você vota, Odebrecht sempre ganha!
Sabemos sim.
Somos intimados a votar. Na tal festa da cidadania o nosso direito é um dever.
Voto nulo e em branco é manifestação consciente sobre política. Já avaliamos e não acreditamos mais neste sistema, nas propostas dos partidos e menos ainda na conduta dos candidatos apresentados.
É a tal história da confiança que se quebra.
Dizem que perdemos o direito de reclamar por anular o voto.
Mito!
Obrigatoriamente nos apresentamos nas urnas para votar, assim como podemos justificar. Optamos por votar nulo ou em branco.
Direta ou indiretamente fazemos parte do processo político do país.
Portanto temos o mesmo direito de qualquer cidadão de reclamar.
Desta forma, é nosso protesto. Sem queimar ônibus, sem destruir a cidade,...
Estamos afirmando que este sistema está corrompido.
Ao contrário do que alguns acreditam tanto o voto nulo como o voto em branco não contabilizam para os candidatos e nem para os partidos.
Também é outro mito que em porcentagem elevada anula as eleições.
Mito!
Voto nulo anula o voto, não anula a eleição.
...e dizem que não sabemos votar.
Não há formação pedagógica que ensina a votar.
O país aprende e ensina a votar na raça.
Alguém ensina que o candidato tal é o ideal.
O professor entra na sala de aula e diz para o aluno que sua família não sabe votar, que o candidato ideal é o dele (o professor).
É assim que se aprende a votar neste país.
Nesta brincadeira, minha geração foi ensinada a votar no menos pior.
Não sei se choro ou agradeço.
Se choro pela roubalheira generalizada que vemos hoje.
Se agradeço a Deus, pois votamos no menos pior... E por isso a coisa não está tão feia.
Em resumo:
Não importa em quem você vota, Odebrecht sempre ganha!
sábado, 11 de agosto de 2018
Aborto (i)legal, o corpo é meu
Postado por
5n3v35
Andando pelas ruas as vezes tenho a impressão que manifestação está na moda. Que legal, sou militante!
Vamos lutar pela causa!
... E lá vou eu com minha capa e sunguinha por cima da calça, o super herói defensor dos frascos e comprimidos.
É, às vezes vejo assim, talvez porque alguns me mostrem assim:
"Tenho uma missão a cumprir no mundo."
Tem gente afirmando que veio ao mundo a passeio!
Estes dias tivemos mais uma manifestação na mira da mídia, o tal do "aborto legal". E ouvimos cada coisa... Como é ano de eleição damos crédito, vale tudo para ganhar votos!!!
Há várias linhas de defesa a favor do aborto legal. A única que me faz ser favorável é a situação de estupro, que precisa de acompanhamento de uma boa equipe de profissionais, até psicólogos.
Vou deixar o conceito religioso de lado (gera mi mi mi).
Bom, para que aborto se podemos lutar por planejamento familiar? Prevenções para não engravidar, limitar quantidade de filhos para quem não pode ou não quer ter mais,...
Querem abortar!
Pensando bem... Seria bom se o Brasil abortasse a CORRUPÇÃO!
Não tenho como me meter nesse assunto, o corpo não é meu.
O cúmulo das manifestações: brigar contra a sua natureza. O corpo é meu, meu espírito nasceu no corpo errado, tenho costelas demais, meu peso... putzzzzzzzzz!
Em passeata elas gritam:
"O corpo é meu!"
É,... Não é bem assim!
Elas esqueceram de avisar ao câncer e a AIDS que o corpo é delas. Avisem a doença que vocês não querem ela em seu corpo.
É de vocês, vocês decidem o que querem.
Avisem ao tempo que querem se manter jovens, xô rugas!
Que querem os ceios maiores e durinhos, assim como o bumbum.
Avisem as estrias que o corpo é de vocês, não querem elas aí!
Ah,... o corpo é de quem? Quem decide o que? Quem tem o controle?
Aí vem os homens reclamarem que também são donos de seu corpo e que querem ter um pinto maior!
Vamos lutar pela causa!
... E lá vou eu com minha capa e sunguinha por cima da calça, o super herói defensor dos frascos e comprimidos.
É, às vezes vejo assim, talvez porque alguns me mostrem assim:
"Tenho uma missão a cumprir no mundo."
Tem gente afirmando que veio ao mundo a passeio!
Estes dias tivemos mais uma manifestação na mira da mídia, o tal do "aborto legal". E ouvimos cada coisa... Como é ano de eleição damos crédito, vale tudo para ganhar votos!!!
Há várias linhas de defesa a favor do aborto legal. A única que me faz ser favorável é a situação de estupro, que precisa de acompanhamento de uma boa equipe de profissionais, até psicólogos.
Vou deixar o conceito religioso de lado (gera mi mi mi).
Bom, para que aborto se podemos lutar por planejamento familiar? Prevenções para não engravidar, limitar quantidade de filhos para quem não pode ou não quer ter mais,...
Querem abortar!
Pensando bem... Seria bom se o Brasil abortasse a CORRUPÇÃO!
Não tenho como me meter nesse assunto, o corpo não é meu.
O cúmulo das manifestações: brigar contra a sua natureza. O corpo é meu, meu espírito nasceu no corpo errado, tenho costelas demais, meu peso... putzzzzzzzzz!
Em passeata elas gritam:
"O corpo é meu!"
É,... Não é bem assim!
Elas esqueceram de avisar ao câncer e a AIDS que o corpo é delas. Avisem a doença que vocês não querem ela em seu corpo.
É de vocês, vocês decidem o que querem.
Avisem ao tempo que querem se manter jovens, xô rugas!
Que querem os ceios maiores e durinhos, assim como o bumbum.
Avisem as estrias que o corpo é de vocês, não querem elas aí!
Ah,... o corpo é de quem? Quem decide o que? Quem tem o controle?
Aí vem os homens reclamarem que também são donos de seu corpo e que querem ter um pinto maior!
quarta-feira, 30 de maio de 2018
O que vem acontecendo...
Postado por
5n3v35
Anos atrás ouvi este discurso, eles gritavam " o petróleo é nosso" , gritamos junto com eles.
Quanta inocência.
Hoje quando ligo a TV vejo que quando gritavam o petróleo é nosso, eles estavam falando deles e não da nação.
A corrupção acabou com este país!!!
Outra verdade que essa greve de caminhoneiros nos revelou foi a postura da Petrobrás, ficou irredutível. Entendemos a situação econômica de uma empresa, mas algo a mais ela poderia ter feito.
A Petrobrás com argumentos financeiros não cedeu na ajuda de redução de preços, pressionou o governo jogando a conta de redução de preços para o governo que por sua vez vai jogar para a população.
Um erro manter uma única empresa no negócio, claro que assim ela fará o que quer no mercado. Deveria ter outras empresas na concorrência.
Defendemos ela contra a privatização, e hoje ela em imprensa de forma clara deu um fod...se jogando a conta pro governo.
Sim,o petróleo não é nosso. Nunca foi!
Precisamos ter no negócio a livre concorrência e opção de propostas de serviços. Talvez a privatização não fosse tão ruim.
Gritamos:
Fora Collor, fora FHC, Lula, Dilma,... estamos gritando fora Temer. Assim como gritamos referindo a prefeitos, governadores, deputados, vereadores, ministros,... Cônjuges.
Ainda não aprendemos. O problema é o sistema, todos eles servem o mesmo sistema.
No popular, mudam se as moscas e a defecação é a mesma!
Corrupção deveria ser crime inafiançável, imprescritível e prisão perpétua.
Sim, crimes de corrupção não deveria ser inafiançável, essa história de pagar pela liberdade jurídica só serve para arrecadar dinheiro nunca foi justiça. Não deveria prescrever um crime cometido, isso não é perdão e menos ainda justiça, é ser conivente no caso com a corrupção. E sendo a corrupção um crime que afunda uma nação, deveria ser perpétua, pelo tamanho da gravidade. Não deveria prorrogar nos corredores jurídicos atravessando décadas, deveria os casos de corrupção serem tratados com urgência e resolvisos em prazo mínimo. Isso tanto para políticos como também para funcionários públicos e privados, e quanto a empresas, estas envolvidas em processos de corrupção nem deveria estar em licitações. Não entendo como por exemplo a Odebrecht, uma empresa envolvida em tantos processos de corrupção, ainda se mantém nas licitações. Não temos outras empresas capacitadas?
Os crimes organizados estão entre políticos e empresários e no funcionalismo público.
Uma boa estratégia de desmoralizar uma greve, alega que tem fins políticos e deixa a guerra partidária cuidar do resto.
Quanta inocência.
Hoje quando ligo a TV vejo que quando gritavam o petróleo é nosso, eles estavam falando deles e não da nação.
A corrupção acabou com este país!!!
Outra verdade que essa greve de caminhoneiros nos revelou foi a postura da Petrobrás, ficou irredutível. Entendemos a situação econômica de uma empresa, mas algo a mais ela poderia ter feito.
A Petrobrás com argumentos financeiros não cedeu na ajuda de redução de preços, pressionou o governo jogando a conta de redução de preços para o governo que por sua vez vai jogar para a população.
Um erro manter uma única empresa no negócio, claro que assim ela fará o que quer no mercado. Deveria ter outras empresas na concorrência.
Defendemos ela contra a privatização, e hoje ela em imprensa de forma clara deu um fod...se jogando a conta pro governo.
Sim,o petróleo não é nosso. Nunca foi!
Precisamos ter no negócio a livre concorrência e opção de propostas de serviços. Talvez a privatização não fosse tão ruim.
Gritamos:
Fora Collor, fora FHC, Lula, Dilma,... estamos gritando fora Temer. Assim como gritamos referindo a prefeitos, governadores, deputados, vereadores, ministros,... Cônjuges.
Ainda não aprendemos. O problema é o sistema, todos eles servem o mesmo sistema.
No popular, mudam se as moscas e a defecação é a mesma!
Corrupção deveria ser crime inafiançável, imprescritível e prisão perpétua.
Sim, crimes de corrupção não deveria ser inafiançável, essa história de pagar pela liberdade jurídica só serve para arrecadar dinheiro nunca foi justiça. Não deveria prescrever um crime cometido, isso não é perdão e menos ainda justiça, é ser conivente no caso com a corrupção. E sendo a corrupção um crime que afunda uma nação, deveria ser perpétua, pelo tamanho da gravidade. Não deveria prorrogar nos corredores jurídicos atravessando décadas, deveria os casos de corrupção serem tratados com urgência e resolvisos em prazo mínimo. Isso tanto para políticos como também para funcionários públicos e privados, e quanto a empresas, estas envolvidas em processos de corrupção nem deveria estar em licitações. Não entendo como por exemplo a Odebrecht, uma empresa envolvida em tantos processos de corrupção, ainda se mantém nas licitações. Não temos outras empresas capacitadas?
Os crimes organizados estão entre políticos e empresários e no funcionalismo público.
Uma boa estratégia de desmoralizar uma greve, alega que tem fins políticos e deixa a guerra partidária cuidar do resto.
terça-feira, 29 de maio de 2018
Racionais, lixo cultural?
Postado por
5n3v35
Um líder eclesiástico que chama hip hop de lixo tem o perfil capitalista que vive trancado em igreja vendendo a salvação, não conhece a realidade e necessidade da periferia deste país (e quer falar de missões). Não sobe favela, pois o valor que cobra para pregar o evangelho e cantar é algo que o favelado não pode pagar. Estes levitas e palestrantes, pois não se denominam pregadores, pois cobram para pregar, estão inacessíveis a condição financeira do morro. O pior, se sente agredido porque a favela alcançou uma vitória. Para quem conhece a trajetória de Racionais, não foi fácil quebrar recordes e preconceitos. Letras que retratam uma realidade que insistem em jogar debaixo do tapete.
A propósito, quantos shows de grandes nomes da música gospel temos em favela por ano? Quantos grandes pregadores (palestrantes) sobem o morro com a palavra da salvação sem cobrar nada?
O evangelho se tornou capitalista.
Marco Feliciano, o deputado da chamada bancada evangélica (que na verdade não existe), às vezes gosta de aparecer.
Ganharia o reino dos céus se apenas pregasse o evangelho, de preferência lá na favela, se possível nas quebradas de mano Brown.
Sim, Marco Feliciano chamou Racionais de lixo cultural.
A propósito, quantos shows de grandes nomes da música gospel temos em favela por ano? Quantos grandes pregadores (palestrantes) sobem o morro com a palavra da salvação sem cobrar nada?
O evangelho se tornou capitalista.
Marco Feliciano, o deputado da chamada bancada evangélica (que na verdade não existe), às vezes gosta de aparecer.
Ganharia o reino dos céus se apenas pregasse o evangelho, de preferência lá na favela, se possível nas quebradas de mano Brown.
Sim, Marco Feliciano chamou Racionais de lixo cultural.
sexta-feira, 25 de maio de 2018
Intolerância
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5n3v35
O nosso querido vocabulário de tempos em tempos é enriquecido por uma palavra da moda. Se nos atentarmos para esse acontecimento perceberemos que as pessoas, incluindo nós, acabam utilizando essas palavras sem entender o significado e conceito da expressão. Acabamos nos tornando o que desprezamos.
Uma palavra que se encaixa nisso é "intolerância". Nos questionamos de intolerância, vemos muito essa palavra sendo utilizada nestes tempos. Afirmamos ser contra a intolerância. Mas, e quando nos tornamos intolerantes?
Nos tornamos intolerantes quando não aceitamos aquilo que difere de nossos conceitos e crença de uma forma mais ríspida. A internet nos revela muito esta verdade. Aquele momento em que nos posicionamos com ideais contrários a maioria por exemplo; momento este que somos crucificados, ou ao contrário, quando alguém se manifesta contrário aos nossos ideais, aí somos nós que crucificamos.
Sim, geração mimada que não suporta algo contrário as suas crenças e ideais. Faz malcriação, pirraça, birra,... Mi mi mi na internet. Em alguns momentos chegam a ser ofensivos e ameaçadores.
A internet não criou monstros, revelou monstros dentro de cada um de nós.
Nos queixamos da intolerância e retribuímos com a mesma.
Parece que é melhor ter razão do que ser feliz. Uma geração de militantes com a missão de defender seus ideais e crenças a qualquer custo, ignorando a tão falada "diversidade".
Diversidade, outra palavrinha da moda às vezes ofuscada pela intolerância.
Uma palavra que se encaixa nisso é "intolerância". Nos questionamos de intolerância, vemos muito essa palavra sendo utilizada nestes tempos. Afirmamos ser contra a intolerância. Mas, e quando nos tornamos intolerantes?
Nos tornamos intolerantes quando não aceitamos aquilo que difere de nossos conceitos e crença de uma forma mais ríspida. A internet nos revela muito esta verdade. Aquele momento em que nos posicionamos com ideais contrários a maioria por exemplo; momento este que somos crucificados, ou ao contrário, quando alguém se manifesta contrário aos nossos ideais, aí somos nós que crucificamos.
Sim, geração mimada que não suporta algo contrário as suas crenças e ideais. Faz malcriação, pirraça, birra,... Mi mi mi na internet. Em alguns momentos chegam a ser ofensivos e ameaçadores.
A internet não criou monstros, revelou monstros dentro de cada um de nós.
Nos queixamos da intolerância e retribuímos com a mesma.
Parece que é melhor ter razão do que ser feliz. Uma geração de militantes com a missão de defender seus ideais e crenças a qualquer custo, ignorando a tão falada "diversidade".
Diversidade, outra palavrinha da moda às vezes ofuscada pela intolerância.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Legalização da maconha
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5n3v35
"prometendo-lhes liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção; porque de quem um homem é vencido, do mesmo é feito escravo." 2 Pedro 2:19
No mundo inteiro o assunto é polêmico e ganha forças com os movimentos a favor da liberação do uso tanto de forma medicinal como a chamada de uso "recreativo".
A primeira se trata da força científica, pois assim como qualquer planta, a maconha pode ser usada para bens medicinais, o que poderia ser mais um avanço em alguns tratamentos. Ainda gera confusão, desconfiança e resistência por parte dos que vêem a planta apenas como um baseado, conhecido como o "cigarrinho do capeta".
É importante entender que o uso "recreativo" é totalmente diferente do medicinal.
O uso "recreativo", o que gera muita discussão, é bem diferente. É o ato de se drogar. Curtir a viagem alucinógena.
Uma das colocações dos usuários é referente a violência, alegam que não aumentaria, mas sim reduziria. Até alegam que o problema da violência está ligado a condição financeira. Ou seja, que o problema da violência não está ligado ao uso das drogas.
A legalização das drogas, em especial a maconha, traz muitos questionamentos de quem é contra.
Alguns países já estão liberando, alguns aos poucos, os EUA por exemplo, está liberando por Estado, um de cada vez. Todos esperam para ver se vai realmente dar certo.
É verdade que como cidadãos os usuários tenham este direito, mas aqui vou questionar algumas coisas antes de sair gritando que apoio, até porque sou contra.
Algumas pessoas vão dizer que fumam com seu dinheiro, que sustentam seu vício.
Meu primeiro questionamento seria este, assim como a bebida alcoólica aclamada nas propagandas, o usuário de maconha vai sustentar seu vício com o suor de seu trabalho ou vai continuar assaltando pobres nos ônibus para sustentar seu vício?
O não fumante terá o direito de não sentir o cheiro do baseado em locais públicos e na porta de sua casa?
A violência doméstica praticada por drogados, alcoólatras e maconheiros, diminuirá? Muitas famílias tem seus bens domésticos vendidos por parentes viciados, como fica essa família?
Na questão da saúde, como o governo ajudará as famílias para tratar os danos do uso? Pode virar esta liberação um problema de saúde pública amanhã.
É, politicamente pode ser confortável fazer a liberação, principalmente em época que se busca votos em ano de eleição, mas precisamos garantir alguns pontos nesta questão para que todos, os favoráveis e os contra consigam viver pacificamente na sociedade.
No mundo inteiro o assunto é polêmico e ganha forças com os movimentos a favor da liberação do uso tanto de forma medicinal como a chamada de uso "recreativo".
A primeira se trata da força científica, pois assim como qualquer planta, a maconha pode ser usada para bens medicinais, o que poderia ser mais um avanço em alguns tratamentos. Ainda gera confusão, desconfiança e resistência por parte dos que vêem a planta apenas como um baseado, conhecido como o "cigarrinho do capeta".
É importante entender que o uso "recreativo" é totalmente diferente do medicinal.
O uso "recreativo", o que gera muita discussão, é bem diferente. É o ato de se drogar. Curtir a viagem alucinógena.
Uma das colocações dos usuários é referente a violência, alegam que não aumentaria, mas sim reduziria. Até alegam que o problema da violência está ligado a condição financeira. Ou seja, que o problema da violência não está ligado ao uso das drogas.
A legalização das drogas, em especial a maconha, traz muitos questionamentos de quem é contra.
Alguns países já estão liberando, alguns aos poucos, os EUA por exemplo, está liberando por Estado, um de cada vez. Todos esperam para ver se vai realmente dar certo.
É verdade que como cidadãos os usuários tenham este direito, mas aqui vou questionar algumas coisas antes de sair gritando que apoio, até porque sou contra.
Algumas pessoas vão dizer que fumam com seu dinheiro, que sustentam seu vício.
Meu primeiro questionamento seria este, assim como a bebida alcoólica aclamada nas propagandas, o usuário de maconha vai sustentar seu vício com o suor de seu trabalho ou vai continuar assaltando pobres nos ônibus para sustentar seu vício?
O não fumante terá o direito de não sentir o cheiro do baseado em locais públicos e na porta de sua casa?
A violência doméstica praticada por drogados, alcoólatras e maconheiros, diminuirá? Muitas famílias tem seus bens domésticos vendidos por parentes viciados, como fica essa família?
Na questão da saúde, como o governo ajudará as famílias para tratar os danos do uso? Pode virar esta liberação um problema de saúde pública amanhã.
É, politicamente pode ser confortável fazer a liberação, principalmente em época que se busca votos em ano de eleição, mas precisamos garantir alguns pontos nesta questão para que todos, os favoráveis e os contra consigam viver pacificamente na sociedade.
sábado, 12 de maio de 2018
Perdão, Vingança ou Justiça?
Postado por
5n3v35
"Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à justiça de Deus." Romanos 10:3
Nestes últimos meses a emissora de TV rede Globo exibiu a história de uma personagem com características bem conhecida por nós. Clara, interpretada pela atriz Bianca Bin, que após perder tudo que tinha, foi atrás de vingança. A personagem escolheu a vingança e não o perdão.
A justificativa da vingança?
Justiça!
E assim caminhamos.
A vida sempre apresenta alguém para tirar algo de nós; seja um parente assassinado, seja sendo agredido, boicotado, vítima de adultério,... Algo nos é tirado por alguém. Alguém trama algo contra.
O sentimento de ódio, rancor, mágoa, ... e muitas vezes os sentimentos bons se misturam com os ruins.
Não tem como falar de vingança sem a opção do perdão. Pessoas que perdoam quem trai, seja esta traição amorosa ou de amizade e até familiar. Perdoar um ladrão ou o assassino de uma pessoa amada. Perdoar ofensa, ... Tem pessoas que conseguem com facilidade perdoar, e tem aquelas que perdoam com muita dificuldade.
Mas, a novela conseguiu esta façanha de falar sobre vingança ignorando totalmente o perdão.
Embora a emissora tenha mostrado esta realidade e não ter apresentado o perdão não significa que o problema já não existia.
Clara representa pessoas que não perdoam. Aquele jeitinho de pessoa simples, meio sonsa revelou o que talvez tenhamos de pior dentro de nós.
Com a justificativa de que estava fazendo justiça a novela apresentou essa atitude como louvável.
Somos nós a justiça?
Através da vingança a personagem "salvou" a nação combatendo o mau. O juiz corrupto, O delegado pedófilo, o médico conivente e claro, a serial killer das tesouradas. Todos se tornaram vítimas da justiceira.
Assim é a ficção, por vingança o herói faz justiça. Mas, o que é justiça?
Batman motivado pelo desejo de vingança pela morte dos seus pais se tornou o combatente do crime. Da mesma forma o Justiceiro pela morte da família. E tantos outros personagens da ficção foram pelo mesmo caminho, vingança em nome da justiça. A ficção apresenta desta forma, o público gosta, é a história que dá audiência e mexe com o nosso ego, ver a justiça acontecer.
Mas, e na realidade? Como isso funciona dentro de uma alma atormentada?
Talvez pessoas que não conseguiram seguir adiante, se prenderam a uma motivação que passou a dar sentido a uma vida que ficou vazia.
A verdade é que para algumas pessoas o senso de justiça deu lugar ao perdão.
Qual a linha tênue que separa essa vingança do que realmente é justiça?
Para muitos a justiça divina se apresenta desta forma, aqui se faz e aqui se paga. E muitas vezes a justiça divina (de Deus) parece não chegar nunca.
...e como temos pressa!
Nestes últimos meses a emissora de TV rede Globo exibiu a história de uma personagem com características bem conhecida por nós. Clara, interpretada pela atriz Bianca Bin, que após perder tudo que tinha, foi atrás de vingança. A personagem escolheu a vingança e não o perdão.
A justificativa da vingança?
Justiça!
E assim caminhamos.
A vida sempre apresenta alguém para tirar algo de nós; seja um parente assassinado, seja sendo agredido, boicotado, vítima de adultério,... Algo nos é tirado por alguém. Alguém trama algo contra.
O sentimento de ódio, rancor, mágoa, ... e muitas vezes os sentimentos bons se misturam com os ruins.
Não tem como falar de vingança sem a opção do perdão. Pessoas que perdoam quem trai, seja esta traição amorosa ou de amizade e até familiar. Perdoar um ladrão ou o assassino de uma pessoa amada. Perdoar ofensa, ... Tem pessoas que conseguem com facilidade perdoar, e tem aquelas que perdoam com muita dificuldade.
Mas, a novela conseguiu esta façanha de falar sobre vingança ignorando totalmente o perdão.
Embora a emissora tenha mostrado esta realidade e não ter apresentado o perdão não significa que o problema já não existia.
Clara representa pessoas que não perdoam. Aquele jeitinho de pessoa simples, meio sonsa revelou o que talvez tenhamos de pior dentro de nós.
Com a justificativa de que estava fazendo justiça a novela apresentou essa atitude como louvável.
Somos nós a justiça?
Através da vingança a personagem "salvou" a nação combatendo o mau. O juiz corrupto, O delegado pedófilo, o médico conivente e claro, a serial killer das tesouradas. Todos se tornaram vítimas da justiceira.
Assim é a ficção, por vingança o herói faz justiça. Mas, o que é justiça?
Batman motivado pelo desejo de vingança pela morte dos seus pais se tornou o combatente do crime. Da mesma forma o Justiceiro pela morte da família. E tantos outros personagens da ficção foram pelo mesmo caminho, vingança em nome da justiça. A ficção apresenta desta forma, o público gosta, é a história que dá audiência e mexe com o nosso ego, ver a justiça acontecer.
Mas, e na realidade? Como isso funciona dentro de uma alma atormentada?
Talvez pessoas que não conseguiram seguir adiante, se prenderam a uma motivação que passou a dar sentido a uma vida que ficou vazia.
A verdade é que para algumas pessoas o senso de justiça deu lugar ao perdão.
Qual a linha tênue que separa essa vingança do que realmente é justiça?
Para muitos a justiça divina se apresenta desta forma, aqui se faz e aqui se paga. E muitas vezes a justiça divina (de Deus) parece não chegar nunca.
...e como temos pressa!
sábado, 17 de março de 2018
Somos nós a justiça?
Postado por
5n3v35
Esta semana recebemos mais uma triste notícia. O que não é novidade para ninguém é que a cidade do Rio de Janeiro continua em guerra. Parece que o número de assassinatos só vem aumentando, toda hora uma notícia de morte.
Homens, mulheres e crianças, não importando idade, crença, profissão, militância, classe social,... Basta estar vivo que já é alvo de bandidos. Seja por um celular, carro ou vingança, eles vem para matar.
E claro, como em qualquer guerra, nos tornamos vítimas neste confronto entre policiais e bandidos e milícias.
O caos tomou conta da Cidade.
O assassinato da vereadora militante Marielle Franco (PSOL)moveu um grande manifesto no país. A verdade é que ela não é a primeira e não será a última vítima desta guerra. Será este mais um caso sem solução ou resolvido por pressão da mídia? Seria este caso o de queima de arquivo? São muitas as linhas de investigação que levam ao único ponto, estamos numa guerra.
Homens, mulheres e crianças, não importando idade, crença, profissão, militância, classe social,... Basta estar vivo que já é alvo de bandidos. Seja por um celular, carro ou vingança, eles vem para matar.
E claro, como em qualquer guerra, nos tornamos vítimas neste confronto entre policiais e bandidos e milícias.
O caos tomou conta da Cidade.
O assassinato da vereadora militante Marielle Franco (PSOL)moveu um grande manifesto no país. A verdade é que ela não é a primeira e não será a última vítima desta guerra. Será este mais um caso sem solução ou resolvido por pressão da mídia? Seria este caso o de queima de arquivo? São muitas as linhas de investigação que levam ao único ponto, estamos numa guerra.
sábado, 17 de fevereiro de 2018
Paz e Guerra
Postado por
5n3v35
Olhem para dentro de sua família e responda onde está a guerra.
Olhe o mundo ao seu redor, onde está a guerra?
Olhe para dentro de si, seus pensamentos, seu coração, seu espírito e veja onde está a guerra.
Depois faça uma pausa.
Olhe para dentro de sua família de novo, desta vez responda onde está a paz.
Olhe para o mundo ao seu redor, onde está a paz?
Novamente olhe para dentro de si. Seus pensamentos, seu coração, seu espírito... Veja onde está a paz.
Agora faça uma nova pausa em sua reflexão.
Então,... Agora faça a sua escolha.
Assim como Jesus, em nome da paz abra mão da guerra.
Não se consegue paz com guerra.
A guerra traz conquistas, caos, destruição, rancor, magoa, vingança,... Menos paz.
O que gera paz é a paz.
Diálogo, parceria, união, verdade, compreensão, abrir mão da razão na hora de conflito,... amor.
Paz não se conquista, menos ainda com argumentos de guerra. A paz a gente se dá.
... E disse Jesus:
"Ah! se tu conhecesses, ao menos neste dia, o que te poderia trazer a paz! mas agora isso está encoberto aos teus olhos." Lucas 19:42
Olhe o mundo ao seu redor, onde está a guerra?
Olhe para dentro de si, seus pensamentos, seu coração, seu espírito e veja onde está a guerra.
Depois faça uma pausa.
Olhe para dentro de sua família de novo, desta vez responda onde está a paz.
Olhe para o mundo ao seu redor, onde está a paz?
Novamente olhe para dentro de si. Seus pensamentos, seu coração, seu espírito... Veja onde está a paz.
Agora faça uma nova pausa em sua reflexão.
Então,... Agora faça a sua escolha.
Assim como Jesus, em nome da paz abra mão da guerra.
Não se consegue paz com guerra.
A guerra traz conquistas, caos, destruição, rancor, magoa, vingança,... Menos paz.
O que gera paz é a paz.
Diálogo, parceria, união, verdade, compreensão, abrir mão da razão na hora de conflito,... amor.
Paz não se conquista, menos ainda com argumentos de guerra. A paz a gente se dá.
... E disse Jesus:
"Ah! se tu conhecesses, ao menos neste dia, o que te poderia trazer a paz! mas agora isso está encoberto aos teus olhos." Lucas 19:42
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
Acabou o carnaval
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5n3v35
A festa acabou. Mais um carnaval, festa que pára uma nação. Amada por muitos e rejeitada por alguns. A famosa festa da carne traz uma mistura de arte, religião e sexualidade.
Segundo nosso calendário o ano só começa depois do carnaval, então que o ano comece com as lembranças, de preferência as boas. Que a arte exposta nos lembre que criar é possível e traz resultados magníficos.
Fotos depois do desfile. Os carros alegóricos sendo levados de volta para o barracão na expectativa de quem sabe, retornar para o desfile das campeãs. Centro do RJ.
Segundo nosso calendário o ano só começa depois do carnaval, então que o ano comece com as lembranças, de preferência as boas. Que a arte exposta nos lembre que criar é possível e traz resultados magníficos.
Fotos depois do desfile. Os carros alegóricos sendo levados de volta para o barracão na expectativa de quem sabe, retornar para o desfile das campeãs. Centro do RJ.
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