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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Vestimentas

“Faze-lhes também calções de linho, para cobrirem a carne nua; irão dos lombos até as coxas. E estarão sobre Arão e sobre seus filhos, quando entrarem na tenda da congregação, ou quando chegarem ao altar para ministrar no santuário, para que não levem iniqüidade e morram; isto será estatuto perpétuo para ele e para a sua descendência depois dele.” Exodo 28:42-43
Um domingo desses em um culto algo me chamou a atenção, não que não tenha notado antes, mas desta vez eu estava fazendo uma comparação. Reparei como as pessoas vão à igreja hoje. As vestes escolhidas são as mesmas de baladas e dia a dia conforme dita a moda.
Realmente devemos apresentar nosso melhor. A questão é se o nosso melhor convém à situação e local. Com roupas bem à vontade pessoas vão à igreja. Silhuetas bem a mostra entre outras coisas. Até em ambiente de trabalho pessoas se vestem como se fossem para baladas ou estivessem na esquina de casa.
Falta bom senso. Especialistas recomendam a forma adequada de se apresentar a uma entrevista de emprego e dia a dia em ambiente de trabalho. Roupa adequada, cabelo, barba,... A tão conhecida boa aparência.
Numa empresa se exige boa apresentação. Na igreja não deveria ser diferente. A própria bíblia ensina isso. No antigo testamento, por exemplo, Deus mostra essa preocupação quando escolhe as vestimentas dos sacerdotes para que não cause escândalo. Verdade que mesmo sem a intenção prévia, no momento em que se encontra a sensualidade dentro da igreja o foco se perde. Se tanto os profissionais das grandes empresas orientam sobre as vestes adequadas ao ambiente, Deus também recomenda as vestes adequadas na igreja. Pena que os moderninhos pensam que não tem nada a ver.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Escolha

“E farás conforme ao mandado da palavra que te anunciarem no lugar que escolher o SENHOR; e terás cuidado de fazer conforme a tudo o que te ensinarem.” Deuteronômio 17:10


Tomadas de decisões são constantes em nossas vidas. Fazer a escolha certa é uma incógnita até colhermos os frutos desse ato.
O que é certo ou errado? Ir pela direita ou esquerda? Dúvida cruel na cabeça pensante e nenhuma barreira para quem age por impulso.
Certo que uma decisão errada pode por tudo a perder. Esta semana vivenciei uma situação em que uma conhecida que acabou de ser abandonada (não sei se esta seria a definição certa) pelo marido. Ela decidiu de cabeça quente pedir desligamento da empresa ao chefe por estar insatisfeita com um acontecimento. Parei tudo que eu estava fazendo e fui conversar com ela. Lembrei a de sua situação de recém divorciada com filho pequeno e outras coisas. A orientei a por sua situação na balança, conversar com os familiares, esfriar a cabeça e depois decidir. No dia seguinte sua escolha foi permanecer empregada. A melhor no momento de crise.
Enfim, fazer escolhas é complicado, mesmo fazendo diariamente.
Jesus Cristo escolheu os planos de Deus. O que para muitos seria loucura, uma decisão errada. Mas Jesus foi vitorioso.
Vitória ou fracasso vem depois das escolhas que fazemos, e o importante, já que não podemos fugir da decisão, é como a fazemos.
Parar, pensar, analisar, jogar tudo para o alto,... Cada um tem seu temperamento.
Na tomada de sua decisão, seja qual for a escolha, lembre-se que as conseqüências desse passo dado, não só você viverá, mas as pessoas ao seu redor como amigos e parentes. Não há como adivinhar o desfecho da situação, mas há como compartilhar o peso. Pessoas boas para orientar ajudam, lembrando que pessoas boas nem sempre dizem o que queremos ouvir, mas principalmente o que precisamos ouvir, e às vezes isso dói. Bons conselheiros não orientam com a emoção, mas com visão analítica. Bons amigos aconselham com os bons modelos de Deus (independente de crença). Parentes muitas vezes chamam a atenção, mas fazem por amor, assim como Deus que quando precisa repreende seus filhos. Na sua escolha aqueles que realmente lhe amam, mesmo com o coração partido estarão ao seu lado. Converse com as pessoas certas. Converse com Deus. Converse com os envolvidos.
Quando Jesus escolheu os planos de Deus, escolheu por você. Conversou com as pessoas envolvidas (seus discípulos) sua decisão “Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado.” MT 26:2. Conversou com Deus sobre o peso da escolha “E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade.” MT 26:42
Pense no que vai fazer e que Deus abençoe sua escolha.

"Quando corta para si cedros, toma, também, o cipreste e o carvalho; assim escolhe dentre as árvores do bosque; planta um olmeiro, e a chuva o faz crescer." Isaías 44:14

sábado, 29 de janeiro de 2011

Monólogo da mulher adúltera

Em minhas caminhadas pela net encontro muitas coisas boas e ruins, lógico que aproveito o que é bom e deleto o que é ruim. Hoje vou fazer algo que não tenho o hábito. Trago um monólogo que muito me chamou a atenção. Encontrei esse monólogo no blog Pranselmomelo, um blog muito bom que vale ser seguido. Como este monólogo fala por si vou permitir que vocês tenham o mesmo prazer que tive em ler esse material tão rico de espiritualidade cristã.

"Desde pequena eu sabia o que era certo.

Meu pai, um dos principais da sinagoga, fazia questão de nos ensinar toda a Torá desde pequeninos. Na verdade, ele ensinava somente aos meus irmãos, mas eu me aventurava em ouvir os ensinos, escondida atrás da porta. Achava fascinante, e ao mesmo tempo pesado… eram tantas leis, tantos mandamentos…Será que algum homem seria capaz de cumpri-los todos? Sinceramente, achava impossível… e me calava.
A esperança brilhava nos meus olhos quando o ouvia falando do tal Messias, o que viria para salvar o seu povo. Como deveria ser? Será que o tal Messias me olharia um dia nos olhos? Ou será que estava condenada a viver minha vida toda atrás das portas… escondida dos homens?

O tempo passou. Cresci, e ainda em minha adolescência fui obrigada a casar com um homem a quem não amava. Era o costume, e assim foi… Eu era cuidada por ele como um objeto precioso, havia respeito, mas não amor, amor que eu tanto procurava. Os amigos de meu pai me consideravam uma jovem muito bonita e faziam questão de externarem suas opiniões. Eu gostava. Não ouvia tais elogios de meu marido.
Fui me acostumando àqueles elogios. Na verdade alguns eram até ousados demais, e me deixavam sem graça, pois percebia suas intenções, podres intenções. Eram homens casados também, oficiais na sinagoga, alguns anciãos, outros mais jovens, mas queriam que eu os servisse, nem que fosse por uma noite apenas.
Aquela situação me causava muito desconforto. Sentia raiva,e até mesmo nojo daqueles homens… exceto um, que me chamava a atenção. Era casado também, mas parecia me querer bem… fui seduzida!
Nunca imaginara trair meu marido, mas naquela madrugada, antes do nascer do sol me entreguei àquele homem. Nem de longe imaginava o que ainda estava por acontecer.
Os outros homens, amigos do meu pai, haviam percebido o meu envolvimento, e seguiram-nos até nos pegarem em pleno ato de adultério. Meu dia estava apenas começando. Quanta vergonha!!!
Pegaram-me, nua, e carregaram-me para o Templo, onde um homem de Nazaré ensinava naquela manhã que nascia. Havia uma multidão para ouvi-lo. A vergonha era maior ainda. Muitos me conheciam… muitos conheciam meu pai… muitos conheciam meu marido.
Tive medo!
Fui jogada no meio da multidão, que se acotovelava para ouvir o tal profeta Galileu. Achei estranho perceber que estava só. Apesar de eu e meu então amante sermos pegos juntos no ato de adultério, apenas eu fui levada como adúltera… ele não!
Olhei então e vi aqueles homens que antes me assediavam, perguntando àquele Rabi: “mestre, esta mulher foi surpreendida em adultério. Na lei, Moisés nos ordena apedrejar tais mulheres. Tu, porém, o que dizes?”

Eu olhava aquela cena e meu nojo aumentava. Os homens que queriam apedrejar-me eram os mesmos que viviam se insinuando para mim. Quanta hipocrisia. Quanto ódio tive da religião!
O tal Rabi galileu permanecia calado.
De repente, inclinou-se e começou a escrever na terra com seu próprio dedo. Eu não acreditava no que meus olhos começavam a ler.
Aquele homem começou escrevendo o meu nome, e abaixo do meu nome começou a enumerar os meus pecados. TODOS os meus pecados!
Eu queria a morte naquele momento. Que as pedras viessem logo. Não suportaria tanta vergonha.

Num ímpeto, o Rabi levantou-se e disse àqueles homens, meus censores, prontos a colocar sob um monturo de pedras mais uma adúltera: “quem dentre vós que não tem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra!” … E voltou a escrever meus erros na terra.
Algo muito estranho começou a acontecer: a começar dos mais velhos, um por um, forma largando as pedras em seus pés, virando as costas, e indo embora.
Ficamos só eu e o tal profeta.

Eu tremia!
Ele calmamente levantou-se e veio em minhas direção. Percebi algo no seu olhar. Era diferente. Ele não me desejava. Vi amor no seu olhar. Nunca antes alguém havia me olhado assim. Enquanto caminhava em minhas direção, não tive como não perceber que suas pegadas firmes e constantes, pisavam e apagavam a minha enorme lista de pecados. Lembrei-me de um texto que sempre ouvia meu pai ensinar aos meus irmãos: “pelas suas pisaduras fomos sarados”.
Seria esse Rabi, diante de mim, o Messias esperado? Bem que eu já havia ouvido rumores a respeito disso.
Ele aproximou-se de mim, e tirando a sua capa, cobriu a minha nudez. Perguntou-me com uma voz inconfundivelmente firme e amorosa: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?”
Minha voz tremula conseguiu balbuciar: “Ninguém, Senhor!”
Ele então, segurando em minhas mãos e erguendo-me do chão, olhou nos meus olhos e disse: “Nem eu te condeno. Vai, e de agora em diante não peques mais.”
Meus olhos marejados ainda puderam ver aquele homem se afastando e voltando a ensinar o povo. Eu estava verdadeiramente diante do Messias!

Olhei para o chão e lá estavam todos os meus pecados apagados pela sola dos pés daquele rabi. Só uma coisa não havia sido pisado: o meu nome! Ele estava intacto, escrito pelas mãos do próprio salvador. Lembrei-me então de um outro texto sempre recitado pelo meu pai, acerca do Messias: “Ele não esmagará a cana quebrada, nem apagará o pavio que ainda fumega…”

Fui para casa… mas sabia que daquele dia em diante nunca mais seria a mesma. Nunca esquecerei de seu olhar, sua voz, e seu amor: “Nem eu te condeno!”

Prossigo em meu caminho, às vezes tropeçando, mas sempre com sua fala graciosa ecoando em mim: “Vai, e de agora em diante… não peques mais!”